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Deus, com amor e
magia
O primeiro homem
cria,
Soprando-lhe para
ele viver.
Gostou daquilo que
fez,
Porém, na segunda
vez,
Primou mais – Fez
a Mulher!
A Mulher é uma
brisa,
Que consola e
suaviza
As mágoas dum
coração!
O Homem é
material,
Tem alma, mas é
carnal,
Não é brisa é
furacão!
A Mulher é uma
flor,
Toda ela é amor,
É ternura e é
carinho!
O Homem é
vendaval,
Não é brisa é
temporal,
Não é flor é
espinho! |
A
Mulher é uma estrela,
Que, na noite quente e bela,
Faz cantar o rouxinol!
O
Homem, como a Mulher,
Também tem luz, mas que fere,
Porque é estrela, mas é Sol!
A
Mulher é orvalho leve,
É
um floco de neve,
Que refresca o coração!
O
Homem é invernia,
Não refresca, mas esfria,
Não é orvalho, é nevão!
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Só
numa coisa, afinal,
Ele consegue ser igual
A
qualquer mulher também;
Têm o mesmo valor,
Na
ternura e no amor,
Se
ele é pai e ela é mãe!
E,
como há o Homem bom,
Amigo do coração,
Que nos dá força e coragem,
Tréguas temos de fazer
E,
no DIA DA MULHER,
Prestar-lhe a nossa homenagem! |
Poema
dedicado à mulher
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MULHER,
Quando tu nasceste,
o Sol rompia no horizonte,
tingindo o mar
de amarelo resplandecente.
O verde tornou-se esperança
no coração de quem sente
a dor que mata
sem morrer. |
Quando tu nasceste,
o céu quedou extasiado
com a beleza deslumbrante
que espalhaste
por todo o lado.
Até o vento que soprava parou,
a chuva que caía secou
e mesmo o rio abrandou.
Quando tu nasceste,
a árvore estendeu os braços
para te acolher,
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para te oferecer
frutos vermelhos de paixão,
proibidos.
Tu acreditaste
Tu confiaste…
Assim
nasceste, MULHER
paleta de
muitas cores
pilar de
muitos credos
plena de
mistérios,
de segredos
mas sempre,
MULHER. |

É tempo de trabalhar
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Ano de mudança
Exigência
Rigor
Cada escalão congelado
E cada vez mais distante
A condição de aposentado.
Pobre professor!...
Por via da sua idade
E tantos anos nesta andança,
Por perder capacidade
E já não ter paciência,
Num gesto de boa vontade
Reduziram-lhe o horário.
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Mas agora,
Paciência…
Mudaram-lhe o seu destino
É bem grande o seu fadário.
De “velho” tornou a menino
Já é outra vez capaz.
Trabalha o dobro do tempo
E não adianta lamento
Porque agora é tudo igual
“Velho” ou novo tanto faz.
Com tanta inovação
Uma coisa é clara
Está na cara
Salta à vista:
O sucesso vai ser tal
Que no ranking mundial
Das coisas da educação,
Logo no topo da lista
Lá estará Portugal.
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Deixo agora de brincar
E dou voz ao coração.
É tempo de trabalhar
Esquecer constrangimentos
Fazer dos maus, bons momentos
Ensinar, ensinar cada criança,
cada geração.
Ensinar é nossa missão
E sabemos que na educação
Reside afinal
A esperança de cada nação.
(Carminda Oliveira)
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Da
colega Carminda Oliveira, também ela integrante na
digressão ao país vizinho, registamos o seguinte
testemunho poético que de alguma forma caracteriza não
só o percurso, mas sobretudo o ambiente vivido e sentido
por todos naquele fim-de-semana:
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Na face um sorriso
Na alma,
Por dentro,
Um misto de alegria
E desalento.
Chovia,
Chovia forte.
Má sorte!
Já no hotel instalada,
Jantar
“Queimada”
Animação,
Aquela “malta”
Esqueceu o tempo
A chuva - a hora
E foi pela noite fora
Até alta madrugada.
Um sono dormido a correr,
Não havia tempo a perder.
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Nem que estivesse a chover
O barco servia de abrigo,
Mas S. Pedro foi amigo.
Estava um sol radiante
E foi o inesperado:
La Toja.
Viagem espectacular!
Bateal- mexilhoeira
Com visão submarina,
Cordas e cordas à pinha,
Mexilhão
Ostra
Vieira
Mesmo ali à nossa beira.
-Coisa fina,
Uma beleza!...
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Depois da lição,
A mesa:
-os mexilhões ao vapor
Aquele vinho fresquinho
-tudo servido a granel-
A bordo saboreados
Vieram mesmo a calhar!
Um aperitivo diferente
Que nos deixou preparados
Para a ternera
E tortilha
Do almoço no hotel.
Maravilha!
Cultura
Tranquilidade
Convívio
Amizade
Catamarã
Que saudade!
Quem dera que o próximo
Fosse já amanhã.
(Carminda Oliveira
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Almoço/Momento Recreativo (2006)
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I
Tanto lamento,
Tanto tormento
Tanto momento
De ilusão
Tudo reclama,
Tudo faz drama
Mas tudo ama
A profissão |
II
Ânsias, desgosto,
Rugas no rosto
P´ra este posto,
Poder cumprir
E que amargor,
Que dissabor
Um professor,
Sente ao partir. |
III
Dêmos, pois, então
Entre nós a mão,
E que esta união,
Não vá perecer.
Que o professorado,
Activo ou Aposentado,
Seja unido, ligado
Enquanto viver. |
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